Maringá tem alto índice de infestação do Aedes Aegypti

74
Pesquisa mais recente mostra que é alto, 4,2%, o risco de infestação do mosquito Aedes Aegypti em Maringá. O dado está no Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes (Lira) divulgado na tarde desta terça-feira (12) na Secretaria Municipal de Saúde, pelo secretário Jair Biatto.
O número foi apurado entre os dias 21 e 25 de janeiro e é maior que a média considerada para alerta que é de 3,9%. A pesquisa foi feita de acordo com as regiões próximas as 34 Unidades Básicas de Saúde do município.
Os principais criadouros estão dentro de casa, ou seja, 54,75% dos focos foram encontrados em lixos intra domiciliares. Em segundo, os vasos de plantas (19,98%), na sequência barris e tinas (12,59%), pneus (6,29%), depósitos fixos e naturais (3,60%) e caixas d′água com 1,70%.
De acordo com o boletim epidemiológico da secretaria, desde agosto do ano passado, foram confirmados cinco casos de dengue na cidade. A região da UBS Paraíso (Conj. Madrid, Cj. Cidade Canção, Jd. São Paulo) é a que mais preocupa. Dos imóveis vistoriados, em 8,3% deles foram encontrados focos do Aedes aegypti. A região da UBS Cidade Alta vem em segundo lugar com 6,9% de larvas encontradas. Em terceiro, as UBSs Céu Azul e São Silvestre com 6,7%.
A partir da próxima semana, agentes do setor de controle de endemias, da Vigilância Sanitária em Saúde e agentes comunitários iniciarão ação de conscientização e notificação dos focos e criadouros do mosquito na cidade e nos distritos de Floriano e Iguatemi.
COMPARTILHAR